Utilidade Publica

Braço forte mão amiga
Braço                amiga
         forte
                 mão
                        amiga
                 mão amiga
                 mão
                 mão
                        amiga
                 mão

 

Uma melação de cueca só....

ST

 

 

Ah boca miúda!

Em poucas palavras

À mente minha seminua

Uso para ser forte

A planta que cresceu

 

Cada oportunidade de olhar

Captar a mecha,

A adorável mandíbula

Tênue, doce e secreta

O hidromel é mais doce

Por sair do vão

Entre língua lábios e dentes

 

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o final seria: "Mas a diferença de idade fode / Entende?"... mas não curti. Resumindo, não terminei.

"No presente, o homem se faz através da posse da razão. Se as árvores e bestas selvagens crescem, os homens, creiam-me, moldam-se (...)Se este ser moldado se descuidar, continuarei tendo um animal; se, ao contrário, ele se realizar com sabedoria, eu poderia quase dizer que resultaria em um ser semelhante a Deus"

(Erasmo de Roterdam, 1529)

Conversas que não acontecem (Uma parte, ou início)

Ele: Sonhei contigo na noite de 15 para 16 de agosto. Pelo conteúdo do sonho foi bem bacana. Não me interrompa, já ta difícil ficar pouco vermelho nessa situação.

                Era algum lugar pouco comum. Parecia varias coisas, mas lembro de apenas 3 (afinal não tenho Memória eidética para sonhos). O que era certo para as 3 é que era uma estrutura de galpão. Pensei primeiramente se tratar de uma um lugar de eventos (shows e essas coisas que não costumo freqüentar assiduamente) havia mezaninos onde eu te encontrava. Você passava por mim com se já fossemos próximos (de alguma forma), havia aquela comunicação instantânea no olhar, aquela coisa de quem já passou por algumas coisas, foi a impressão que aquilo deu naquela fração de tempo. A mesma configuração arquitetônica agora com o mesmo olhar num aspecto de um cortiço, não no mau sentido (?), digamos então que se tratava de um conjunto habitacional (não sei como é COHAB, mas não deve ser também), enfim. Parecíamos um casal que acabou de se mudar para morar junto e essas coisas, como foram felizes aqueles minutos, segundos... Ah! sei lá, isso me fez perguntar quando levantara: Será que o paraíso é o nunca acordar de um sonho bom, por mais Ilógico que esse mesmo sonho seja? O terceiro é meio incerto, deixei-o para o final porque não haverá muita importância visto que aquilo que será escrito será um tanto quanto previsível. Bom nem tanto previsível agora que perdi o fio da meada... Era uma indústria de fato! Mas nesse caro era apenas o ambiente externo com suas janelas imensas e engorduradas (iria falar que era um abatedouro, mas a brincadeira não pegaria bem, não é?), agora aquele casal jóinha que vivia num cortiço/balada/indústria agora tinha um casarão, quadrado, mas bonito (modernoso de mais para mim, mas ao mesmo tempo não achava nada ruim). Era isso.

                Bom leitor “ela” não respondeu nada por que eu não disse nada. De qualquer maneira calculo que nada diria, a timidez em tua tez é algo que não escapa, como no pocker às vezes você precisa se mostrar para se esconder .

 

Curti essa idéia de diálogos que não aconteceram, ou aconteceriam. É uma maneira de me esvaziar das palavras que ficaram presas (elas me dão gases e por isso fico mal falado).

Não esta pronto

Onde está a voz da minha geração

maldita e fadada ao descaso da história...

todos tem um momento 

eu meu não chega

a esperança vai-se

e minha geração abandonada

Separada, não ha elo

cada qual em seu castelo

jogando óleo quente

 

teima e liga o foda-se

bom

foda-se


Shapeless Shameless

I felt like a dumb

And that wasn't so funny

Alone yet dancing

Face now in the floor

It was time to slip

 

Pass the time

The Time slays me

25 years old

Within agonist

But, like a antagonistic

I couldn't see the matter

I'd avoided the point

Escaping blame

Escaping shame

Or try to not remember

I wanna to wake up

I don't want to see this world

No more pictures, no pain anymore

I  Want to wake

For no more sleep

Don't ask my age

I don't need someone

To remind me this shit

Pull my bones

Through my scars

I am

Inanimate as you want

As you like

I'll pretend

That I'll be fine

Saying I'm ok

Feel the end of this game

 

But I feel the Time

The sand stay in my hand

I'll be great

Though alone

A winner who never

Shows his tears

And hide his fears

Could be someone special

Or only anyone

Mudanças... falta de título

Bom caro leitor serei direto. Nossas personagens (Yuri e Roberto) foram a mais uma festa de universitários, foi com a turma de direito, ou filosofia. Não sei, é tudo igual para mim. Do prédio não tem muita coisa a se falar, é grande. Como se pode esperar de uma faculdade pública, bem como mal conservado. A festa aconteceu numa noite de temperatura agradável (realmente raro em Curitiba). Ambos chegaram devidamente “aquecidos”. E logicamente começaram a farejar as garotas do recinto, que estava levemente escuro, enfim uma baladinha bem normal. Começaram então a beber (a beber na festa, claro). É crível que a maioria precise desse elixir de coragem chamado álcool, que não raro é chamado de lubrificante social. Dançaram e curtiram por largo espaço de tempo. Acho que “pegaram” alguma “tilanga” para adorno, mas não cri na relevância disso.

Agora Yuri e Beto estavam cansados, e bêbados, positivamente. E como por praxe começaram a divagar, pensar que poderiam falar também. Yuri faz algum tempo, tem saído com uma guria. Posso ter sido enganado pela memória, mas seu nome é Ana Paula.

Marta garota que estava ficando com Roberto estava reclamando do mundo não mudar, da incapacidade das pessoas mudarem e essas coisas. Seu consorte estava meio de saco cheio do papo, mas a idéia dentro das palavras da guria não parava de o fazer pensar.

Roberto rompeu o silêncio: “Eu tive uma namorada, ela tinha um gosto musical péssimo, escutava sertanejo, pagode. Depois de algum tempo ela começou a ouvir minhas músicas. Consegui também moldar seu pensamento, para não brigarmos. Não sei se isso fora uma vitória, afinal de contas tudo ficou muito chato e terminamos pouco tempo depois”.

- Isso é horrível, ela deixou de ser quem era – Disse Marta quase bufando – Ela deve ser uma pessoa de caráter muito fraco. Ou você é um lazarento mesmo!

- Não, nada disso! Apenas estava apaixonada por mim. E não me pergunte como pude ser tão crápula. Apenas usei isso para ter uma pessoa que estivesse mais ao meu agrado – Disse Beto em tom quase peremptório, mas ainda calmo.

- Você realmente é um merda. Homem nenhum presta mesmo, queria ver se você se sentiria tão legal sendo usado feito objeto, moldado feito massinha de modelar. Mas Seria uma utopia feminista de final de semana minha – Disse a esbaforida guria. Deixou a mesa.

Mas antes que ela fosse Roberto segurou a guria, viu o semblante de se amigo, como se soubesse o que viria pela frente.

Yuri estava quieto, na dele, bebendo mais um pouco e ouvindo com atenção a conversa dos dois. Ele estava pensando também no tema. E decidiu falar alguma coisa:

- Se as coisas não mudam é por culpa da nossa raça. Somos programados para viver em famílias, o que em todos os sentidos acho maravilhoso, mas é muito mais difícil aceitar diferenças fora de nossos círculos. Eu estou apaixonado por uma guria, já disse isso a muita gente. Ela é forte, decidida e tem a iniciativa que eu não tenho. Não é completamente estudada, conquanto seja muito inteligente. Em suma a única coisa que somos de fato iguais é o de que somos irmãos mais velhos de nossas linhagens (não quis colocar todas as diferenças pois não cri ser relevantes por agora). A maioria dos relacionamentos que duram se baseiam na aceitação daquilo que não agrada um das partes? Não. O triste fato é que tentamos sempre moldar as pessoas, principalmente aquelas as quais amamos, a um ideal egocêntrico e babaca, por isso o mundo não muda. Moldando as pessoas mostramos – em primeiro – uma negação às vontades de mudança e por conseguinte um fracasso total nas tentativas de mudarmos nossa própria natureza. Aí você entra naqueles “blogs” onde um monte de gente escreve texto chato com cara de artigo acadêmico dizendo em tom apocalíptico que nada vai mudar, que todas as coisas continuam numa merda colossal, que ninguém presta (exceto o animal que esta redigindo). Podemos nos tornar gigantes apenas convivendo com as diferenças, vendo em cada traço idiossincrático um campo repleto de boas oportunidades de crescimento, tanto individual como coletivo. Yuri agora quase sem fôlego recosta na cadeira, e pede mais uma dose de alguma coisa.

 

Acabei, espero. Não vou aqui explicar coisa alguma, em outras histórias desses caras (quem sabe) eu darei maiores detalhes. Mas isso é a meu tempo, e a meu critério.

EEEEEEEEE... Erro

 

Abraça os joelhos

O corpo, como um todo

Caído no chão

Lâminas nunca foram tão macias

Mas esqueça, as coisas não mudam...

Quebrado o brinquedo serve

Serve ainda como troféu

Um pedaço que falta

Um lado que escapa

Ainda se joga com ele

Ainda Joga-o contra a parede

Viu! Ele serve para a diversão

Não venha dizer que não

E agora Maria!?Hein João!?

Chora ante a inutilidade

Clama por perdão

As brinquedos vem e vão

Tudo é vago ainda

Magia do vão

Monossílaba bonita

Com mais de uma interpretação...

Não ta bom...

Lapa Auna III

 

Você ainda esta aqui

Querendo ou não

Não vai partir

Eu já me parti

Em ferida em carne

Entre espadas e lanças

De todos os lados

Açoites e navalhas

Era sim um lance de pele

Era de fato o que era pra ser

Era uma teimosia

Sentir teu cheiro na minha pele

Perceber-te antes de chegar

Agora o um dia ruim

Um telefone mudo

Um corte na palavra

E o tato não é mais nada

Guardo o uivo ... tremo

Dê um pouco, não muito

O “foi” era um mito

Como sempre, não contínuo

Ficar no quase, estar em êxtase

Quero isso também

Quero só

Só isso

O espirito só pode ser vendido

O teu e o meu

Se for enfasado numa garrafa

Não está bom, mas saiu no café da manhã (de manhã cedo)

Empurrei todo o açúcar

que n'outro tempo transbordava

para debaixo do armário

consegui esocnder a dolçura

A Carta

 

Passeia na minha garganta

A cada segundo

Vai indo de pouco, depois

Muito mais profundo

Escorre um rio

Meus olhos no teto

Sinto tudo se esvair

Cada gota, um pedaço de mim

Coisas que não acontecem

Imagens malvadas

Não que me deixam

Perseguem-me onde eu vá

Onde eu tente me esconder

Sofrimento e alivio

Mostram um equilíbrio

Que não existe

Minha fraqueza e minha carne

Imutável, consegui ser

Intolerável, instável

E a carência como meu pecado

Pena de morte, que seja

Serei absolvido

Quando a ultima gota

Parte final tenha-se ido

Corpos dos falecidos

Não sofrem castigo

 

 

005

 

Quero te dar muita porrada

Você é uma vaca feia

Maldita seja essa sua fraqueza

Não me faça sentir pena

Tentei chegar mais perto

Dei-te a mão pra você subir

Você arrancou meus olhos

Só Pra me dizer por onde andar

Vou recuperar minha visão

Vou cravar um espeto

Bem grande no seu rabo

Eu já desisti de me tornar teu amigo

Já não quero mais compreender

Aquilo que nunca me foi dito

Pare de ser tão malvada

Não corte essa carne estragada

Ainda pego você

E não te direi o que vai acontecer.

Ficarão mais constantes (os "posts")

 

Segunda-feira

 

 

É....

Hummm

Mas uma vez

Toda vez fora igual

Não hoje...

Acordei caindo da cama

Foi feio

De cara

Igual quando fiquei

Antes de dormir

Hoje é pé na porta

Beijos nas porcas

As xuringadas que me aguardem

Vou ouvir pagode de merda

E achar que o amor é lindo

E não tem sexo

Por que hoje é dia de ser

Um cara excêntrico

Original? Não apenas estranho

Ou sim, eu já não sei

Hoje vou falar feito carioca

E me sentir um parvo

Vou sair, sozinho

Beber pouco

E acabar com tudo isso...

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BRASIL, Sul, SAO JOSE DOS PINHAIS, AFONSO PENA, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, Arte e cultura, Arte e cultura
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